Ibaneis Rocha | Quando o trabalho incomoda, começa a tentativa de manchar a imagem

Published On: 06/02/2026 12:13

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Governador do DF doa salário de R$ 29 mil e mantém estrutura oficial, enquanto adversários tentam transformar gestão em alvo político

Janna Machado

Na política, existe uma regra não escrita que funciona como relógio suíço: quando um nome começa a crescer demais, começa também a campanha para derrubá-lo. E é exatamente isso que está acontecendo com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.

Nos últimos dias, voltou à tona a informação de que Ibaneis destina seu salário, cerca de R$ 29 mil, para ações sociais e apoio direto a pessoas em situação de vulnerabilidade. A atitude, que deveria ser vista como um gesto legítimo e pessoal, virou munição para críticas e tentativas de descredibilização. E aí fica a pergunta que não quer calar: qual é o crime? Doar o próprio salário?

O governador também é criticado por manter a estrutura oficial do cargo, como se isso fosse algum tipo de privilégio ilegítimo. Mas a verdade é simples e desconfortável para muita gente: estrutura pública existe para o exercício do mandato, não para agradar opositor. O que se deve cobrar de um gestor não é se ele tem estrutura, é se ele entrega resultado.

E é justamente aí que mora o incômodo.

Ibaneis Rocha não é um nome fraco no tabuleiro. Ele tem articulação política, base consolidada, apoio em diversas regiões administrativas e, principalmente, um histórico de gestão que agrada uma parcela grande da população. Isso faz dele, hoje, um dos nomes mais fortes e viáveis para disputar uma vaga no Senado pelo DF.

Quando um candidato chega nesse patamar, o jogo muda. O debate deixa de ser sobre propostas e vira uma disputa de narrativa: o lado contrário tenta colar rótulos, levantar suspeitas e fabricar polêmicas para enfraquecer aquilo que é mais difícil de enfrentar, a força eleitoral.

O que se vê é uma tentativa clássica de transformar tudo em escândalo. Se trabalha, é marketing. Se doa, é interesse. Se governa, é oportunismo. Se cresce, é ameaça. É o velho roteiro: quando não dá para derrotar no voto com ideias, tenta-se vencer no desgaste.

Mas Brasília conhece Ibaneis. E a população sabe diferenciar crítica legítima de ataque político disfarçado.

Doar o salário não faz ninguém santo. E não precisa fazer. O que importa é o conjunto da obra: a capacidade de liderança, o tamanho da entrega, a consistência de governo e a presença real na vida do DF.

No fim das contas, o barulho todo revela uma verdade inconveniente: Ibaneis Rocha está no topo da lista de quem tem reais chances de representar Brasília no Senado. E, por isso mesmo, virou alvo.

Porque na política, ninguém atira pedra em árvore que não dá fruto.

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